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 Pokemon Evolution:O filme

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MensagemAssunto: Pokemon Evolution:O filme   Dom Jan 29, 2012 4:36 pm

Fanfic do Usuario: Hairo Rodrigo e TheGospelStar

Era uma manhã ensolarada. Dave e Mindy tinham acabado de sair de um atalho e caíram na estrada que os levaria até a cidade de Auburn, sede do primeiro ginásio da Liga de Kanto.

Mindy estava radiante. Ela acabara de pegar um novo Pokémon, um Nidoran macho e mal podia esperar para informar ao seu avô sobre a nova captura. Afinal, o velho professor já deveria estar sedento de novidades que merecessem ser publicadas na revista Pokémon que é sensação na cidade que nossos treinadores representam: Cardo.

Quem não estava muito confortável com o sorriso de orelha a orelha da morena era Dave, já que ele ainda dizia para si mesmo que era ele quem deveria ter capturado o Pokémon coelho e não a amiga-rival. Mas àquela altura do campeonato de nada adiantaria recomeçar uma discussão com a morena.

– Ei Dave, não acha que o dia está ótimo? – perguntou a menina sorridente.

– Ahh claro! – disse o garoto mal-humorado mais na frente.

– Nós devemos ter economizado uns dois dias! Logo estaremos em Auburn e assim poderei falar com o meu avô sobre o meu novo Pokémon e quem sabe usá-lo na batalha de ginásio! – disse Mindy acariciando a pokebola de Nidoran com o rosto.

O menino de Grené revirou os olhos sem a menor paciência para surtos de meninas fofas que Mindy acabara de sofrer e por um momento desconfiou que a morena estivesse mesmo era querendo exibir o seu troféu nas mãos. Foi então que algo pareceu roubar a sua atenção totalmente do que estava acontecendo ali.

Logo a frente um casal de treinadores gesticulava e gritava muito alto. Dave os fitou de cima a baixo e ficou intrigado com o volume em que falavam e berravam. Até Mindy que deveria estar pensando nas diversas possibilidades e caminhos para treinar seu novo Pokémon, acordou de seu transe e ficou estarrecida com tamanha confusão.

– Ei! Com licença! – tentou a morena. Não ouve resposta. O casal simplesmente ignorou a presença dos treinadores de Cardo. Foi então que os olhos de Dave estremeceram, parecia que a velha, boa e pavio curto “Mindy” estava de volta. Uma veia ressaltada em sua testa indicava que algo muito usual da sua personalidade, estava por vir. – CALAAAAADOOOSSS !!! – gritou a morena.

Dave bateu no próprio rosto envergonhado. O casal por sua vez cessou seu momento de baixaria e se assustaram em ver que a garota de cardo estava bem ao lado deles com a sua respiração ofegante e suando.

– Com licença, você deseja algo? – disse a outra menina, calmamente.

– Se eu desejo algo? – repetiu Mindy indignada. – Vocês estavam no meio da rua discutindo, falando super alto e nem notou?

– He, He,He – riu a menina docemente. – E que eu e meu amigo estávamos discutindo que tipos de Pokémon são os melhores: Água ou Fogo!

Dessa vez, foi a vez de Mindy revirar os olhos e sem alongar mais aquela conversa boba e desagradável, ela se enfiou no meio dos dois treinadores e continuou o seu caminho.

– Ei! Aonde pensa que vai me dando as costas? – disse a menina revoltada.

– Eu não vou ficar aqui, ouvindo essas besteiras!

– Então batalhe com a gente? – sugeriu a menina com um olhar travesso.

Os olhos da morena brilharam, enquanto Dave e o outro menino observavam as duas, receosos. Eles suspiravam cansados e desanimados.

E não houve jeito. Pouco tempo depois as duas duplas estavam formadas. De um lado os treinadores barraqueiros e do outro os treinadores de Cardo. As meninas pareciam ansiosas e excitadas para começarem o combate.

– Cada um enfrentar um Pokémon, sem limite de tempo e não são permitidas trocas, pode ser? – sugeriu a morena.

– Legal! – confirmou a desafiante. —Mas deixa os meninos começarem, eu quero fechar acabando com você!

– Por mim... —disse Mindy confiadamente saindo da frente de Dave.

O garoto exibia um rosto envergonhado para o menino que correspondeu ao treinador de Grené com um sorriso amistoso. O rapaz era branco, alto, mas ainda possuía um rosto muito juvenil. Seus cabelos eram lisos e curtos, porém espevitados, com uma cor meio bronze.

– Olá! Muito prazer! – cumprimentou o menino com um sorriso. – Meu nome é Jimmy! Sou um treinador da cidade de “Canitá”.

– O prazer é todo meu! Meu nome é Dave Hairo! Sou da cidade de Grené, mas me tornei um treinador da cidade de Cardo!

Jimmy lançou a sua pokebola no ar e ela se abriu liberando seu Pokémon. Sem se importar muito com a escolha do desafiante, Dave olhou para o seu Eevee que estava sentado em seu ombro como sempre. O Pokémon raposa entendeu o recado e rapidamente se colocou na frente do seu treinador, enquanto aguardava o Pokémon do desafiante terminar de se materializar.

– Wooow! Uma Staryu...—disse Dave admirado.

– Vamos começar logo com isso! – disse Jimmy com um sorriso desafiador, enquanto a brisa da tarde balançava seus cabelos. – Staryu! Giro Rápido!

– Eevee! Saia do alcance dela com a “Evasiva”.

Um grande jogo de pega-pega começou. A estrela do mar vinha girando e cortava o ar rapidamente, enquanto o Pokémon raposa executava exatamente o movimento que seu treinador havia mandado. Eevee saltava, se abaixava, esquivava, sempre a tempo de desviar por pouco das afiadas pontas da estrela aquática que girava em incrível velocidade. Staryu, por sua vez, não se dava por vencida e a cada tentativa frustrada, dava meia volta e continuava a perseguir o seu alvo.

– Fugir, não vai te dar a vitória, treinador de Cardo! – brincou Jimmy.

– Eu sei...—disse Dave disfarçando o nervosismo. Até que uma cara de espanto, seguida de um sorriso triunfante, colocou uma pulga atrás da orelha de Jimmy. – Eevee! Use o ataque de Areia!

Eevee acenou com a cabeça dizendo que entendeu o comando. Staryu mais uma vez havia errado o alvo, mas como resultado, Eevee começava a demonstrar sinais de cansaço. Até que a estrela do mar contornou uma arvore e veio na direção da raposa.

Eevee foi mais rápido e se virou, jogando um pouco de areia com as patas traseira direto na pedra que a estrela usava com seus olhos. Jimmy abriu a boca, mas nenhum som saiu. Foi quando ele viu a estrela sair girando atrapalhadamente e chocar-se com toda a sua força contra uma árvore.

– Staryu volte! – ordenou ele.

– Muito bem amigão! – disse Dave de braços abertos para pegar seu companheiro.

Mindy cumprimentou o amigo e se colocou no lugar dele. A desafiante também tomou a sua posição e encarou a morena. Até que num movimento subitamente narcisista, ela retirou a bandana que segurava os longos cabelos negros, deixando que eles caíssem sobre os olhos azulados.

– Meu nome é Isabel! Será um prazer derrotar, você!

– O meu é Mindy... – disse a garota segurando o riso.

– Quero ver você continuar sorrindo, quando eu acabar com você! – disse ela tomando uma pokebola em mãos. – Vá Vulpix!

Mindy tentou debochar, mas foi impossível esconder a sua admiração e fascínio pelo Pokémon raposa. Ela parecia hipnotizada por aquele pelo rubro e brilhante. Até que algo a trouxe de volta a nossa órbita e ela libertou “Charmander” para lutar ao seu lado.

– Essa vai ser mole! – disse Isabel. – Vulpix! Use as “Cinzas”! Mindy apenas sorriu e Charmander pareceu entender o comando. Isabel ficou perplexa quando viu o lagarto ficar parado e esperar o ataque chegar até ele. E ficou boquiaberta quando o lagarto cruzou os braços e bloqueou o ataque.

– Muito bem Charmander! – parabenizou Mindy quando o lagarto abriu os braços com violência desfazendo o ataque de Vulpix.

– Vulpix não deixe que eles contra-ataquem! – disse Isabel nervosa. – Ataque Rápido!

– Charmander! Olhar Malvado! ...

Charmander flexionou as suas sobrancelhas e fechou a sua cara. Vulpix que vinha rapidamente foi intimidado pelo outro Pokémon de fogo e começou a tremer de medo, deixando Isabel desesperada.

– Muito bem! Termine com a “Cabeçada”!

Charmander abaixou a cabeça e correu rapidamente na direção de Vulpix, que foi atingido em cheio e voou por alguns metros. Isabel correu assustada e pegou o Pokémon raposa no colo. Mindy apenas sorriu, virando suas costas e continuou o seu caminho. Dave estava horrorizado. Sabia que a amiga tinha um gênio difícil, mas ela já estava passando dos limites.

– HEY ESPERE !!! ISSO NÃO ACABOU !!! – disse Isabel maximizando mais uma pokebola.

– Isabel fica calma! Você acabou de pegar esse Pokémon, ele não tem chance contra o Pokémon treinado da Mindy! – disse Jimmy.

– ME DEIXA EM PAZ JIMMY !!! VAI POKEBOLA !!!

Mindy olhou para trás e fez uma cara de pouco caso, quando viu um debilitado Ratatta que nem deveria ter se recuperado dos ferimentos causados que ocasionaram a captura.

– Acabou Isabel... – disse Mindy séria.

– Eu que digo quando isso termina, sua garota metida!

– Hm? – disseram todos ao mesmo tempo. Ratatta caiu no chão deitado. Ele piscava uma luz branca e o Pokémon fazia uma expressão de dor. Isabel correu até ele e Jimmy, Dave e Mindy também se aproximaram.

– Ratatta o que você tem?!

O pequeno rato roxo estava com alguns ferimentos, uma vez que tinha acabado de ser capturado. Algumas queimaduras leves podiam-se ver em seu corpo, resultado dos ataques do Vulpix que agora era seu companheiro. Ainda assim, os ferimentos não eram suficientes para fazer com que o roedor se contorcesse daquela maneira, e nem ao menos podiam explicar o motivo dele brilhar.

– Não sei, mas talvez seja melhor ele ir para o centro Pokémon! – disse Dave.

– A cidade não é muito longe daqui! – advertiu Jimmy. – Vamos rápido!

Os jovens treinadores de Canitá correram na frente. Quando Dave ia acompanhá-los, ele sentiu uma mão segurá-lo pelo braço com certa força. Olhou para trás assustado e notou que se tratava de Mindy que o encarava com um conhecido, porém surpreendente ar de reprovação.

– Onde você pensa que vai? Esqueceu que precisamos ir para Auburn?

– Mas Mindy... Eu preciso saber o que o Pokémon da Isabel tem! Além de tudo, Eevee e Charmander estão cansados, precisam descansar. Nós podemos tirar um bom proveito dessa parada em Canitá.

– Eu não vou a lugar nenhum – disse a morena encarando Dave de braços cruzados.

– Tudo bem, eu também não te chamei para vir comigo!—disse Dave indo à frente, sem realmente acreditar na loucura que acabara de falar, mas também sem olhar para trás.

Mindy foi pega de surpresa. Ela arregalou os olhos e colocou a mão no peito instintivamente. Dave nunca a respondera daquela forma, muito menos a deixaria para trás daquela maneira. Foi então que ela se lembrou dele falando que precisaria saber como o Pokémon da “Isabel” estava.

– Será que o Dave gostou dela? – pensou ela num tom preocupado. Sem perceber que seu coração acelerou quando viu o menino de Grené se afastando cada vez mais dela.

**********************************

Canitá era uma cidade movimentada. Não era tão grande e comercial como Celadon ou Safron, mas sim pequena e familiar como Pewter ou Cerulean. Não tinha muitos prédios comerciais pela avenida principal, apenas um que de longe dava para ser contemplado. Um letreiro enorme onde se lia: “Torre de Rádio de Canitá – Os melhores serviços de TV a cabo, Internet e sua melhor opção para as melhores musicas da atualidade”.

Como a cidade não era muito grande. Foi fácil chegar ao centro Pokémon que ficava localizado no final da avenida. Dave por um momento sentiu uma pitada de saudade de sua fazenda. Há quanto tempo não via o pasto ou animais do campo. Crescer e viver seu sonho estava tendo o seu preço.

O menino olhou para trás e em meio à multidão, ele viu Mindy seguindo-o com alguma velocidade, como se tentasse alcançá-lo. A menina andava de cabeça erguida, se desviando das pessoas que se punham a sua frente sem perder o foco. Dave sorriu. Na sua opinião havia sido ridículo o jeito que ela havia se comportado à alguns minutos atrás com Isabel.

Ele finalmente adentrou no CP da cidade e de cara viu, o casal de treinadores sentados na sala de espera. Não havia ninguém atendendo no balcão do centro Pokémon, então seguiu na direção deles até que a jovem Isabel. Ela tinha seus olhos inchados de tanto chorar e se levantou assustada quando viu Dave.

– É...— engasgou o menino de Grené com medo da menina pensar que ele estava ali para mais uma briga. – Eu vim saber com o seu Pokémon... Hm?

– Hm ? – disse Mindy quando entrou no CP e se deparou com a cena de Isabel com seus braços envolvidos ao redor do pescoço de Dave. Tanto ele como Jimmy pareciam ter ficado bastante sem graças.

Mindy fechou a cara e os olhou friamente. Chegou até a sussurrar um “então era isso mesmo”, e se preparou para se virar e ir embora, irritada, mas o sinal da sala de operação havia soado, dando indícios que a enfermeira Joy havia terminado os procedimentos médicos.

A mulher de cabelos rosados saiu da sala de operação acompanhada por dois “Chanceys” que empurravam uma maca onde o Pokémon rato estava deitado.

– Enfermeira Joy! – exclamou Isabel largando Dave subitamente. – O Ratatta está bem? O que ele teve? Ele vai morrer? – disparava a morena nervosíssima.

– Acalme-se! Eu fiz alguns exames e não vi nada de errado com seu Pokémon, tem certeza que ele parecia sentir dor?

– Mas como assim Joy? – questionou Jimmy. – O Ratatta estava se contorcendo de dor e...

– Hm? – disseram todos ao mesmo tempo novamente.

O rato Pokémon começou a exprimir os mesmos sintomas de antes. Todos ficaram perplexos quando ele começou a brilhar e a começar a aumentar de tamanho. Até que um novo rato Pokémon apareceu. Mas este tinha um pelo caramelados ao invés de roxo, seus dentes eram maiores e ele andava sobre as patas traseiras.

– Woooow que sorte! – comemorou Isabel abraçando o novo Pokémon. – Meu ratatta evoluiu para um Raticate!

– Então era isso? – questionou Jimmy aliviado.

– Hm? – disse Dave notando a feição preocupada da enfermeira.

Joy observou tensamente a treinadora saindo com seu novo Pokémon. Ela estava tão feliz que nem notou que havia passado por Mindy. A morena de cardo também não fez questão de cumprimentá-la.

– Algum problema com aquele Pokémon, enfermeira? – perguntou Dave. – Só estava na hora dele evoluir, não é?

– Isso é muito estranho menino! Já é trigésima sétima vez que isso ocorre só no dia de hoje!

– Trigésima sétima? – repetiu Dave assustado.

– Sim! – assentiu a enfermeira sendo acompanhada pelos Chanceys. – Vários treinadores nessa manhã chegaram ao centro Pokémon com queixas que seus Pokémons estão sofrendo um terrível mal estar! Eu faço toda uma investigação médica devida e nada é diagnosticado... No momento da devolução do Pokémon para o treinador, simplesmente o Pokémon, evoluí. – diz ela intrigada.

– Isso é estranho...

– Dave! – diz Mindy se fazendo presente naquele recinto. Já viu que o Pokémon daquela garota esta bem, podemos ir agora?

Dave notou que algo estava errado. Mindy o encarava duramente como sempre, mas ele esperara que o relato da enfermeira interessasse a amiga. Ele respirou e sorriu para a menina que se surpreendeu com a atitude do menino, sem saber como responder.

– Vamos curar os nossos Pokémons e então partiremos, pode ser?

– Claro...—disse a garota retribuindo com um sorriso forçado.

Enquanto o casal de treinadores aparentemente havia feito as pazes. Duas pessoas que estavam sentadas nos bancos aguardando atendimento os observavam disfarçadamente por cima de jornais abertos.

– Você ouviu isso Jack? – disse Jody quase que sussurrando.

– Perfeitamente! Acho que essa é uma bela chance de pegar o Eevee e um monte de Pokémons evoluídos!

Eles começaram a rir malignamente, mas logo abaixaram o tom de voz, quando todas as pessoas ao redor gritaram: ”Xi!”. Afinal, aquilo não deixava de ser um hospital.

Enquanto a enfermeira Joy cuidava de seus Pokémons, Dave e Mindy concordaram que esse era um bom momento para comunicar os últimos acontecimentos ao avô da morena. Mindy ligara para o avô que ao notar que se tratava de uma transmissão de sua neta, fez questão de esconder todas as guloseimas que estavam sobre a bancada de pesquisa.

– Bom dia, querida! – disse ele sem graça. – Como você e Dave estão?

– Tudo bem vovô e a sua dieta?

– Cof, Cof... – tossiu o velho professor ocultando a sua cara de sem jeito. – Bem, já pegaram algum Pokémon?

– Sim! Eu peguei um Nidoran ontem! – disse ela concordando em mudar de assunto.

– Nossa que legal! E você Dave?

– Bem professor...Eu ainda não tive a oportunidade sabe..

– Vamos trabalhar galera! Rusty já está trabalhando duro! Mesmo demorando para sair da cidade, ele já começou a sua carreira como mestre Pokémon !

Isso era tudo que Dave queria ouvir num dia aparentemente normal. Ser comparado ao mimado e narcisista, Rusty? Era de mais para ele.

– Vocês já chegaram em Auburn?

– Não vovô! Nós batalhamos contra uns treinadores na estrada e o Dave resolveu seguir um rabo de saia até uma cidade vizinha... – Mindy lançou ao garoto um olhar que ameaçador antes de voltar a falar com o velho, que dava risinhos disfarçados - Estamos em Canitá agora e aproveitamos para dar um descanso aos Pokémons.

– CANITÁ?!!! – gritou o professor de forma que seus óculos se entortaram.

– O que foi professor? – questionou Dave preocupado.

– Essa não é a cidade onde os Pokémons estão evoluindo fora do tempo?

Dave e Mindy nem conseguiram responder. A expressão do rosto dos dois só dizia uma coisa: “Como ele sabe disso?”.

– Sim vovô, mas como o senhor...

– Minha querida! Quem é a pessoa que mais entende por Pokémons pelas redondezas? As autoridades de Canitá entraram em contato comigo, me explicando o que estava acontecendo e eu já mandei uma equipe especializada para investigar o que está ocorrendo!

– Uma equipe especializada? – repetiu Mindy intrigada.

– Sim! A situação de Canitá está inusitada demais! O que está acontecendo não é normal!... Mas não se preocupem crianças! Já tem pessoas competentes trabalhando no caso, não precisam se arriscar...

– Como assim se arriscar professor? – perguntou Dave assustado.

– Ai meu Deus, eu esqueci o Chester no forno!... Quer dizer a salada de alface! Até mais meninos!

E a conexão foi rompida. Dave e Mindy não entenderam muito bem o que estava acontecendo, mas sabia que algo muito estranho estava ocorrendo na cidade Canitá. Mas a sirene informando que seus Pokémons já haviam sido restabelecidos rapidamente trouxe-os de volta para a Terra e assim eles pegaram Eevee e Charmander, e se despedindo de Joy, rumaram para sair do centro Pokémon.

– Hm? – disse Mindy, parando bruscamente e boquiabrindo-se.

As portas de vidro se abriram, antes que a dupla chegasse até elas. Uma bela mulher adentrou o centro Pokémon. Seus cabelos negros estavam esvoaçantes ao vento e ela entrava distraída com as mãos escondidas em seu jaleco mui branco.

– Ma... Mamãe? – disse Mindy sem entender.

– Hm? – disse a mulher levando um susto com a própria filha.

– Quer dizer que a “equipe especializada” era a própria Dra Susan?

– Mindy? Dave?... O que estão fazendo aqui?! – disse a doutora surpresa.

Sem dizer muita coisa. A Dra Susan chegou ao balcão do centro Pokémon e se apresentou a enfermeira Joy. Tanto Dave como Mindy estavam apreensivos por que queriam saber o que estava acontecendo de tão grave aponto de mandarem cientistas estudarem os casos.

– Então foram 37 casos, só esta manhã? – conferiria a doutora com uma prancheta. – Joy, poderia me dar o endereço dos treinadores aos quais tiveram seus Pokémons evoluídos?

– Claro, doutora Susan! – disse a enfermeira indo para outra sala para pegar as documentações.

Foi quando ela se deparou com os olhares investigativos de Dave e Mindy. A doutora ajeitou a caneta na prancheta que tinha na mão, fingindo descaso, e fechou a cara para os dois treinadores.

– Eu só vou falar uma única vez! Não sei como ficaram sabendo a respeito disso! Mas não quero que se metam ok?!

– O QUÊ?! – gritaram os dois juntos.

– É isso mesmo! Isso é um trabalho para profissionais e não para treinadores iniciantes! Vão curtir as aventuras de vocês e nos deixem trabalhar!

– Mas doutora, nós não...—disse Dave sendo cortado pelo braço de Mindy, a sua frente.

A morena deu dois passos à frente para encarar a mãe bem nos olhos. Os olhos de ambas brilhavam e como dava para perceber que naquelas duas feições sérias e tensas, como elas se pareciam.

– Até quando a senhora vai achar que eu não sou boa o bastante para cuidar de mim mesma? Eu já te provei por mais de uma vez que eu sei cuidar de mim, que eu sou uma ótima treinadora! Já era para essa superproteção ter acabado há muito tempo ! – disse Mindy friamente.

Nesse momento Joy voltava folheando algumas fichas cadastrais. Ela levantou a cabeça e estranhou o clima tenso que rondava aquele lugar. A Dra Susan apenas esticou os seus braços e recebeu as fichas e logo em seguida, ela simplesmente as deu a Mindy que ficou sem entender a atitude da mãe que logo depois do ato, se dirigia para as portas do centro Pokémon.

– Se querem tanto se arriscar assim! Vão em frente! – disse ela saindo.

– Está pronto Dave? – perguntou Mindy.

– Auburn pode esperar! – respondeu o garoto de Grené, sem acreditar que aquela frase realmente arrancara um sorriso de sua amiga.

Eles então começaram a caminhar pelas ruas de Canitá. A Drs Susan ia à frente, enquanto Dave e Mindy iam atrás. Eles observavam cada passo da Dra e notaram que mesma que ela tivesse consentido em eles irem juntos, algo ainda a incomodava.

– Dra Susan! – disse Dave quebrando o silêncio. – Qual é o problema com os Pokémons estarem evoluindo? Esse não é um processo normal?

– Ai é que está o problema, Dave – respondeu ela sem olhar para trás. – Eles não estão evoluindo de forma normal... Estão sendo forçados a evoluir!

– Como assim forçados a evoluir? – repetiu Mindy.

A Dra parou e finalmente se virou para olhar a dupla de treinadores. Primeiramente, ela encarou a fila com uma seriedade tão grande que a menina não entendeu se havia feito algo de errado e não percebera.

– Todo Pokémon necessita de uma quantidade de experiência em batalha “X” para poder evoluir. E também para aprender novos ataques... Os Pokémons de Canitá, simplesmente estão sendo forçados a evoluir! – disse ela encarando o céu azul.

– Mas isso não seria bom? – disse Dave com um tom de voz receoso.

– Não! É como eu disse Dave – disse ela olhando de rabo de olho. – Ele precisa de experiência para aprender novos golpes! Se ele evoluí antes do tempo, ele não aprende certos tipos de ataque, além de fugir do processo natural da evolução.

Dave se sentiu um perfeito idiota. Agora, ele entendeu o porquê de Mindy sempre permanecer calada e calculava cada palavra que dizia na frente de sua mãe.

Eles continuaram caminhando em frente, até que chegaram a um parque. Algumas famílias aproveitavam o tempo ensolarado para se divertir com seus filhos e relaxar de sua rotina. Dra Susan se virou mais uma vez para os nossos heróis e eles fizeram mais uma vez uma feição receosa.

– Já que vocês querem tanto fazer isso, eu preciso conversar com os outros membros da equipe e ver o que eles descobriram. Façam entrevistas com os treinadores que foram vitimas dessa evolução precoce e no fim do dia nós veremos se descobrimos algo.

– O que? Quer dizer que existem outras pessoas aqui com a senhora?

E antes que a menina pudesse ter uma resposta, a Dra já havia se misturada a multidão. Mindy mordia seu lábio irritadamente, até que o toque de Dave em sua mão a trouxe de volta a terra. Ele olhou para ela carinhosamente e ela aceitou deixar aquela discussão para mais tarde. Eles teriam muito trabalho a fazer.

As próximas horas não foram nada fáceis. Era uma lista enorme de pessoas que relataram ocorrência sobre os Pokémons antes deles evoluírem. Dave visitou um aviário onde todos os Pidgeys haviam se tornado Pidgeottos.

Já Mindy teve um pouco mais de azar. Ela perdeu horas com uma senhora que era dona de um aquário na cidade. Ela estava fascinada que não precisaria ficar treinando seus Goldeens para vendê-los depois, pois todos milagrosamente havia evoluindo em lindos, lucrativos e gostosos Seakings.

O que não foi diferente quando Dave visitou a floricultura da cidade e a dona estava radiante por que todos os Oddishs haviam se tornado Glooms, então a fabricação de perfume com base nas essências liberadas por esses Pokémons estava indo a todo vapor.

Em geral. Todos estavam muito felizes com que estava acontecendo com Canitá. Todo mundo adorou o fato de não terem mais que se envolver com todo o processo de criação e desenvolvimento de seus Pokémons para que eles adquirissem experiência.

Muito decepcionados, Dave e Mindy se encontraram numa pequena oficina mecânica. Eles se olharam como se soubesse que aquele homem diria a mesma coisa que toda aquela cidade.

– Bom dia! Meu nome é Dave Hairo! O senhor hoje fez uma ocorrência no centro Pokémon da cidade?

– Sim, sim meu filho! – respondeu um senhor de meia-idade que estava meio sujo de graxa. – Mas meu Machoke está maravilhosamente bem! O fato de ele ter evoluído alavancaram os negócios daqui da oficina!

– Ficamos felizes, senhor! – disse Mindy revirando os olhos desanimada. Ela já puxava Dave para ir embora.

– Obrigado pela sua atenção.

– De nada meu filho, obrigado pela sua preocupação... — disse o homem acenando. – Machop venha me dar uma mão aqui, fazendo o favor!.. Hm?

O homem estranhou um som que vinha lá de trás. Dave ouviu a movimentação e decidiu para e observar. Mindy revirou os olhos impacientemente. Mas o grunhido de um Pokémon chamou a atenção dos dois.

Era um Machop. O Pokémon humanóide foi trazido por seu dono no colo. O senhor esbanjava um sorriso de orelha a orelha. Possivelmente por que o Machoke que ele conseguira mais cedo passou pelo mesmo processo.

– É só mais um Pokémon que vai evoluir, Dave! – dizia Mindy puxando-o.

– Espera Mindy! Eu quero ver isso... — dizia o menino realmente atento.

O mecânico colocou o Pokémon deitado no chão e realmente ele começou a brilhar e a aumentar no tamanho. Aquele homem não poderia estar mais feliz. Quando seu segundo Machoke apareceu diante de si, ele o abraçou com todo orgulho do mundo.

– Hm? – disse Dave notando o olhar de Machoke.

O Pokémon humanóide abriu um olhar cheio de fúria e quando este olhar encontrou o do dono da oficina, o homem se assustou e se afastou dele. Machoke não satisfeito juntou seus fortes braços no ar e atacou o velho homem.

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MensagemAssunto: Re: Pokemon Evolution:O filme   Dom Jan 29, 2012 4:37 pm

Anteriormente em Pokemon Evolution o filme:

O mecânico colocou o Pokémon deitado no chão e realmente ele começou a brilhar e a aumentar no tamanho. Aquele homem não poderia estar mais feliz. Quando seu segundo Machoke apareceu diante de si, ele o abraçou com todo orgulho do mundo.

– Hm? – disse Dave notando o olhar de Machoke.

O Pokémon humanóide abriu um olhar cheio de fúria e quando este olhar encontrou o do dono da oficina, o homem se assustou e se afastou dele. Machoke não satisfeito juntou seus fortes braços no ar e atacou o velho homem.



E Agora, a segunda parte de evolution: O Filme

– DAVE! – gritou Mindy quando viu o jovem saltando e tirando o senhor da frente do ataque do Pokémon lutador, que por sinal atingiu um carro acabando com a carroceria dele.

–- O que houve com o meu Pokémon? Quando ele era apenas um Machop, ele era muito obediente! -- disse o velho homem choramingando.

– O Pokémon evoluiu e ficou rebelde? Será que esse é outro efeito colateral da evolução acelerada? -- pensou Dave. -- Hm?

O Machoke não se contentou com o primeiro ataque ter falhado e partiu para a segunda tentativa. Dave estava suando frio e viu que não tinha alternativa a não ser enfrentar o Pokémon lutador.

– EEVEE! ATAQUE RÁPIDO! -- gritou o jovem treinador.

Machoke foi pego de surpresa. Ele estava pronto para um "Golpe Karatê", mas Eevee passou a sua frente e acertou o seu rosto pulando, num "ataque rápido" muito bem executado. Machoke bambeou para trás depois da forte cabeçada do Pokémon raposa bem em seu queixo e antes que puder pensar no que fazer a mais, Eevee já estava descendo girando em acrobacias mágicas.

– Eevee, Cauda de Ferro! -- ordenou Dave.

O rabo de Eevee começou a brilhar e por conta das inúmeras voltas no ar, Eevee desceu numa velocidade incrível e acertou o ataque que acertou a cabeça de Machoke como um chicote iluminado. Eevee aterrissou graciosamente e o Pokémon lutador tombou no chão tonto.

Dave socorreu o velho mecânico que estava em choque, não era para menos, depois da decepção que sofreu ao ver seu Pokémon querido e amado o atacar.

– O senhor está bem? -- disse Dave ajudando o homem a se levantar.

– Não, meu filho! -- disse o senhor olhando Machoke no chão com tristeza.

– Hey Dave! -- alertou Mindy.

Dave não acreditou. Machoke esta se pondo de pé novamente. Dave mordeu o lábio apreensivo, foi quando se lembrou que ataques normais são pouco efetivos contra Pokémons lutadores. Ele estava pensando numa tática que fosse plausível, já que, um ataque de Machoke acabaria com Eevee muito rápido.

– VÁAA CHARMANDER! -- gritou Mindy maximizando a pokebola.

– NÃO MINDY! -- gritou Dave forçando a menina a parar. -- Se você lançar o charmander, ele pode evoluir antes da hora!

Nesse momento os dois treinadores de Cardo estavam numa sinuca de bico. Mindy concordou com Dave e recolheu a sua pokebola. Tanto Charmander como Nidoran eram Pokémons de primeiro estágio, então automaticamente evoluiriam.

Machoke se pôs de pé. Dave não conseguia pensar em nada, então o Pokémon aproveitou e partiu num segundo "Golpe Karatê". Dave paralisou, Mindy também, até que os olhares de todos se arregalaram quando viram que Machoke teve seus braços imobilizados por um par de cipós.

– Hm ? -- disseram todos.

– Muito bem Bulbassauro! Vamos salvar essa cambada de perdedores! -- disse um menino que vinha caminhando com um olhar presunçoso por detrás de Mindy.

Dave tinha um misto de ódio, tensão e alívio e Mindy simplesmente não tinha reação. Rusty estava com seus braços cruzados e os encarava com desprezo.

–.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

–Por que será que eu tenho que fazer tudo por aqui ? -- disse o garoto de Cardo, alisando os seus cabelos vermelhos. – Bulbassauro, o que está esperando?! Sementes Mortais! -- ordenou o menino.

Machoke não conseguia se livrar dos chicotes de cipó, mas ele ficou parado quando viu algo pequeno e brilhante sair do bulbo que o Pokémon de planta carregava nas costas, cortando o ar em sua direção. A semente caiu bem em sua testa e o Pokémon foi surpreendido ao ser envolto por vinhas que estavam sugando a sua energia vital.

– Agora Bulbassauro, use chicote de cipó! -- disse Rusty animado.

Bulbassauro grunhiu afirmando que entendeu o comando. Ele correu em direção a um poste e enrolou o seu chicote nele, logo em seguida ele saltou e começou a girar suspenso no ar e ainda amarrado ao poste com o cipó.

– Mas o que ele está fazendo? -- perguntou Dave sem entender.

De repente Bulbassauro soltou-se e atingiu certeiramente e em alta velocidade o rosto de Machoke que se debatia inultimente para poder se livrar da semente mortal. A investida do Pokémon bulbo acertou o seu rosto e o Pokémon lutador tombou desacordado.

O velho mecânico correu e chamou o seu Pokémon de volta com a pokebola. Dave mordeu o lábio de ódio quando viu o rival olhando para cara dele e dando língua para ele.

– Rusty! -- disse Mindy cortando as faíscas de ódio que os olhares liberavam. -- O que está fazendo aqui? Não está sabendo do que esta acontecendo? Chame seu Bulbassauro de volta, rápido!

– Santa Ignorância! -- disse Rusty revirando os olhos. -- Olhe para ele com mais atenção, prima!

Foi quando Mindy notou algo diferente. Bulbassauro usava uma espécie de colar e nesse colar havia uma pedra branca.

– Eu entendi -- disse Mindy com os olhos arregalados.

– O que foi Mindy? -- disse Dave sem entender.

– Senhor, abriram o curral hoje e os burros fugiram! -- disse Rusty com as mãos na cabeça – E eu que sempre achei que você que era lento Bulbassauro...

– É uma pedra eterna Dave! -- disse Mindy ignorando o primo. -- Ao contrário das pedras de evolução convencionais, esta aqui, faz com que o Pokémon jamais evolua, mesmo alcançando o nível que ele precisa para seguir em frente!

Dave e Mindy olharam para o lado quando notaram que Rusty havia chamado o Bulbassauro de volta. O menino já estava andando na direção contrária, deixando os outros treinadores de Cardo para trás.

– Ei Rusty! Você ainda não nos respondeu! O que você está fazendo aqui? -- disse Dave já irritado.

Rusty parou de andar e olhou com desprezo para trás.

– Eu estou aqui ajudando a doutora Susan com o caso das evoluções indevidas! E eu gostaria que, por favor, dois perdedores iguais a vocês não se metessem nos nossos assuntos! Até o meu Bulbassauro consegue ser melhor do que os dois...

– O QUÊ ?! -- gritou Mindy enlouquecida. -- Minha mãe teve a coragem de te chamar e não me comunicar?

– Resolva com ela... Eu não tenho nada haver com isso! -- disse ele novamente afastando-se do grupo.

– Minha mãe vai ter que me ouvir... -- disse Mindy trincando os dentes.

*******************************

Enquanto isso em outro lugar que mais se parecia com uma câmara branca, um cientista vasculhava arquivos num computador central. Várias e várias pesquisas e planilhas que falavam sobre testes Pokémons se apresentavam diante dos seus olhos famintos por respostas.

De repente uma doutora adentra por uma passagem que se abriu na parede. Ela pousou uma de suas mãos sobre os ombros tensos do outro cientista que sorriu ao sentir o toque macio daquela mulher.

– Como andam nossas pesquisas querida? -- perguntou ele.

– Ainda estamos com os resultados irregulares. Ainda não conseguem aprender os ataques previamente como o esperado, mas o "Projeto Porygon" é um sucesso! -- garantiu ela.

– Muito bom saber... Com todo esse apoio que a Equipe Rocket esta nos dando, creio que logo poderemos expandir esse teste a uma cidade grande e não só aqui neste fim de mundo! -- disse o professor com um sorriso macabro apertando o enter do computador.

Feixes verdes cortam a tela do computador. Ele começam a ligar-se até darem forma a figura de um Pokémon que parecia um pato cibernético. Ele tinha partes rosas e azuis e o visor o nomeava de Porygon.

– Você nos fará muito ricos, meu caro amigo! -- disse o professor, sorrindo maliciosamente para a figura virtual.

****************************************

Um casal entrava no andar térreo do prédio da renomada rádio local. As pessoas que ali trabalhavam só estranhavam o fato delas estarem muito bem agasalhadas para um dia ensolarado. Era um homem e uma mulher. Eles se dirigiram até o balcão de informações.

– Bom dia ! -- disse a recepcionista um tanto quanto intrigada com os dois.

– Olá ! Eu sou uma atriz famosérrima e tenho uma entrevista ao vivo hoje na sua rádio, poderia subir? Estou muito atrasada! -- dizia Jody.

– E você não sabe como ela fica estressada quando se atrasa! -- confirmou Jack.

– Ah sim, claro! -- disse a recepcionista pegando o telefone e discando para o andar de cima. -- Estou com a atriz que vocês estavam esperando! Ela já pode subir? -- falava ela com alguém no telefone.

Jake e Jody se surpreenderam. Mas que sorte, eles estarem realmente esperando a vinda de uma celebridade.

– Podem subir! -- disse a recepcionista. -- Terceiro Andar, corredor da direita, quinta porta!

Jack e Jody deram um sorriso triunfante um para o outro e começaram a subir as escadas da estação de rádio.

– Hahahaha... Eles caíram direitinho! Vamos ver o que esses caras estão aprontando e vamos nos aproveitar disso! Aposto que o nosso chefe ficará satisfeito! -- ria Jody escandalosamente.

Eles chegaram até o andar indicado e começaram a contar as portas, até que acharam a quinta porta. Jack bateu e viu que a porta estava entreaberta. Ele adentrou e não viu ninguém na sala. Ao avistarem duas poltronas, Jody foi logo se sentando e Jack lançou para ela um olhar reprovativo.

– O que foi? Estamos em pé o dia inteiro escoltando aqueles meninos idiotas, eu mereço descansar, não é?

– Hm? -- disseram os dois.

Quando os dois já estavam no centro da sala, a porta se fechou sozinha e barras de ferro caíram entre a porta e o cômodo. Quando Jack e Jody notaram, já estavam presos como um casal de ratos.

******************************************

A noite caiu sobre a cidade de Canitá. As luzes da cidade faziam um grande show psicodélico. Nossos heróis vinham desanimados e cansados da grande busca que fizeram o dia inteiro e a principio em troca de nada, a não ser alguns insultos e estresses provenientes de Rusty e da Dra. Susan.

Dave não falava em outra coisa se não da expectativa de poder tomar um bom banho e tirar uma longa noite de sono. Mindy concordou, mas não abria mão de ter uma conversa séria com a sua mãe.

As portas do centro Pokémon se abriram, mas antes que os treinadores de Cardo pudessem terminar a despreguiçada e partir para a cozinha, eles se surpreenderam em se deparar com a Dra Susan e com Rusty que estavam debruçados sobre o balcão de atendimento como se os esperasse.

– Mãe, eu preciso fa...

– Não temos tempo para isso, Mindy! Precisamos partir, e agora! -- disse a doutora Susan.

– Como assim partir agora ? -- disse Dave colocando a mão em seu estômago.

– Tia, eu avisei que seria inútil contar com esses dois! -- disse Rusty.

– CALA A BOCA RUSTY! -- gritou Mindy furiosa. – MÃE!

– Mindy, senão quer me ajudar fique aqui e tenha uma ótima noite de sono! Descobrimos quem está fazendo isso e podemos pegá-los agora, desprevenidos!

Mindy mordeu os lábios com tanta força que por um momento, ela quase arrancou a própria boca. Dave, por sua vez segurou em seus braços carinhosamente o que chamou a atenção da menina, levantou uma sobrancelha de Rusty e fez a Dra Susan tossir chamando a atenção de todos.

– Vocês vêm ou não? -- disse Dra Susan firmemente.

– Não! -- disse Mindy com os olhos lacrimejados.

A morena correu em direção aos andares de cima. Dave por um momento quis ir atrás, mas sabia que era isso que Rusty queria. Ele não poderia dar esse gostinho ao rival.

– E você Dave, vêm? -- perguntou a doutora.

– Sim, eu vou... – disse ele, dando um passo a frente enquanto virava a cabeça para trás, procurando algum sinal da amiga.

**********************

Quando eles chegaram à estação de rádio, as ruas de Canitá permaneciam desertas. Dra Susan e Rusty dividiam um olhar concentrado em qualquer movimentação que poderia ocorrer. Dave, não estava entendo nada e o por quê de tanta cautela.

Rusty verificava uma janela, com um cortador de vidro conseguiu passar seu fino braço por dentro e destravá-la, podendo assim entrar, junto com a Dra e Dave. Dave ficou horrorizado com a cena. Em sua opinião, Rusty tinha todos os defeitos do mundo, mas aptidão para ladrão definitivamente era uma surpresa.

A Dra fitou a escada que levava aos andares superiores e os dois garotos entenderam aquilo como um convite a subir.

– É nesse corredor! A Quinta porta! -- disse a Dra Susan com uma certeza que Dave não conseguia entender da onde ela tirava.

Eles caminharam e pararam diante da porta que estava bloqueada por barras de ferro. A Dra Susan olhou para Rusty que entendeu o recado e sacou a sua pokebola e liberou Bulbassauro.

– Para trás! Acho que pelo menos disso o Bulubassauro consegue cuidar... -- disse o garoto com um sorriso esnobe de sempre. – Bulbassauro, Folha Navalha!

Bulbassauro rugiu e folhas começaram a rodear o seu pequeno bulbo, logo em seguida, elas foram como flechas em colisão contra as barras que em poucos minutos partiam-se como se fossem papeis. Dra Susan bicou a porta, o que fez os olhos dos meninos se arregalarem, mas o que mais chamou a atenção foi ver duas figuras conhecidas lá dentro.

– Jack? Jody? -- disse Dave sem entender. Por que os insistentes vilões que tentavam capturar Eevee estavam presos lá dentro. -- Então são vocês que estão por detrás disso? -- disse o garoto de Grené enfurecido.

– Olha só seu garoto idiota? Se eu estivesse por detrás de um plano maligno como esse, eu estaria presa numa cela? -- perguntou Jody, nervosa.

Dave corou na hora. Até Rusty revirou os olhos exausto pela freqüente lerdeza que o nosso herói passava.

– Ei, vocês! Calem suas bocas e coloquem suas mãos na cabeça! -- gritou alguém.

– Hm? -- disseram todos olhando para trás.

Dave arregalou os olhos quando viu uma garota que usava um jaleco. Ela usava uma boina que tapava o seu rosto, mas dava ver apenas a sua boca. Ela apontava para eles uma revolver que assustou a todos, até que a Dra Susan abriu um sorriso, o que fez todos com uma pulga atrás da orelha.

– Ah são só vocês... Olá, Dave! -- disse a menina abaixando a arma.

– Hm?... Mas... Mas quem é você?! -- disse ele sem entender.

– É mesmo uma pena que você não lembre mais de mim! -- disse a menina atirando a boina no ar, liberando seus curtos e sedosos cabelos ruivos. Dave abriu um sorriso quando viu que aquela bela menina era uma das suas melhores amigas.

– MARY JANE! -- gritou ele.

Dave explodiu de felicidade e se jogou nos braços da amiga. Mary Jane correspondeu à saudação e gargalhava, enquanto abraçava Dave. Até que o menino finalmente a soltou e segurou suas mãos ainda, extasiado.

– Então era você! – concluiu ele. – Você que estava infiltrada aqui e passava as informações para a Dra Susan?

Rusty aplaudiu como se louvasse a Deus pela primeira conclusão razoável de Dave no dia.

– Sim, Dave... O professor Noah me contactou para eu ajudar na equipe para solução do problema de Canitá!... Hm?

– Hm? – disseram todos de olhos arregalados.

Mary Jane foi surpreendida por alguém saltando em sua carcunda. A pessoa estava tentando imobilizá-la, e ficava gritando coisas do tipo: “Ah, você vai ser ver comigo”, “Largue meus amigos”, etc... Todos na sala estavam chocados e não conseguiam falar nada.

– Mindy! – disse Dave voltando do transe. – Olhe para baixo!

– Hm? – disse a morena parando de debater-se.

Quando seus olhos encontraram os de Mary Jane, Mindy corou sobremaneira. Ela desceu das costas da pretensa rival e ficou muito sem graça com o olhar reprovador de todos.

– O que você está fazendo aqui? – disse Dra Susan.

– A mesma coisa que você! – devolveu a menina.

– Bem...—cortou Mary Jane notando o clima pesado. – Vamos indo?

Rusty foi o primeiro a passar pela ruiva e retornar ao corredor, Jack e Jody o acompanharam de perto, Dave passou e olhou Mindy que estava de cabeça baixa. Mary Jane o seguiu, quando viu a Dra Susan se aproximar.

– Mindy, acho melhor você ir para casa! Está mais do que claro que você ainda não está pronta para representar Cardo! – disse Dra Susan.

– Hum...— riu Mindy com uma lágrima correndo o rosto. – Eu não posso mais voltar atrás mamãe! E nem estou interessada se estou pronta ou preparada! Tudo que eu quero é evoluir junto com o meu Pokémon no decorrer desta caminhada e isso... – diz ela virando-se para encarar a mãe. – É algo que nem você pode impedir!

Susan ficou surpreendida com o olhar determinado de Mindy e por um momento, ela se viu mais nova sobre a mesma posição e olhar da garota de Cardo. Finalmente, ela sorriu, o que fez a filha se desarmar e dando-lhe as costas, fez um sinal para acompanhá-la.

Eles começaram a correr. Mary Jane ia na frente e todos a acompanhavam de perto.

– O laboratório central é aqui perto! Vamos passar por três laboratórios e chegaremos lá! – disse a ruiva.

– Mary Jane quem são eles? – perguntou Dave.

– Eles são uma organização de cientistas loucos, se posso dizer assim. Mas eles não estão sozinhos, tem alguém que esta bancando essas pesquisas e os está acobertando!

– Você é de mais MJ ! – disse Dave sorrindo.

A menina correspondeu a gentileza, o que fez Mindy pipocar como uma panela de pressão, enlouquecida.

– Hm? – disse Mary Jane freando.

Todos acompanharam a ruiva e viram uma cientista parada, interceptando o caminho deles. Ela sorria ironicamente para eles.

– Não acharam que a sala que vocês estavam não fosse monitorada, acharam? – perguntou ela. – Essa aventura acaba aqui meninos! Inclusive para você impostora! – disse ela fitando Mary Jane.

– Pessoal, vão na frente! – disse Mindy para escândalo de todos.

– Não Mindy! Eu vou ficar e você precisa continuar! – disse Mary Jane se colocando na frente da morena.

– Só por que me venceu na disputa em Cardo, você se acha melhor do que eu? Quer que eu acabe com ela e depois com você?! – disse a morena achegando-se a cm da ruiva. –

Aproveitando o momento, Mary Jane se aproximou e começou a falar em tom baixo, junto ao ouvido da morena de Cardo.

– Você precisa estar do lado do Dave... Ele precisa de você e eu sei disso. Eu vi isso com os meus próprios olhos em Cardo. E, se você me permite, eu acho que você talvez precise dele também.

Mindy corou violentamente e todos ficaram sem entender o porquê. Mary Jane sorria enquanto ouvia Mindy sussurrar de volta- Eu não preciso de ninguém... - Mas a garota ainda sim deu as costas as ruivas e virou para o grupo estarrecido – Vamos!

Dave não conseguiu se controlar em pensar Depois a Mary vai ter que me ensinar como convencer a Mindy assim... O pensamento do garoto foi abruptamente interrompido pelo desafio da cientista.

– Aonde vocês pensam que vão? GOLBAT !

A cientista lançou sua pokebola no ar e um Pokémon morcego evoluído escapou, interceptando o caminho de todos. Mas para surpresa de todos, um Pigdeotto o atingiu em cheio com um “Ataque Rápido”. Mindy olhou para trás e sorriu agradecida a Mary Jane que retribuiu com um aceno.

Todos foram em direção ao primeiro laboratório e a cientista olhou Mary Jane com ódio.

– Eu vou acabar com você traidora! GOLBAT USE O “TÓXICO” – gritou ela furiosa.

– Pidgeotto! Use a “Ventania”!

A fumaça liberada por Golbat não foi capaz de sequer encostar no Pokémon de MJ, a ventania varreu o ar envenenado para longe.

– Você ainda não me venceu! Golbat, Super Sônico!

– AHHHH !!! – gemiam Mary Jane e seu Pokémon ao mesmo tempo.

A Ruiva trincava os dentes por causa daquele som ensurdecedor. Pidgeotto havia caído no chão de tão confuso. A cientista sorriu triunfantemente, mas se surpreendeu quando a ruiva começou a levantar-se.

–- Não ria desse jeito para mim... – disse a menina de cabeça baixa. – Vocês vão saber o que os treinadores de Cardo podem fazer! PIDGEOTTO! EXPLOSÃO DOS PÁSSAROS! -- gritou à ruiva.

Os olhos do Pokémon pombo se arregalaram ao comando de sua treinadora. Uma película flamejante o envolveu e depois se formou uma camada energética. Pidgeotto rompeu o ar e cortou as ondas sonoras, atingindo Pokémon morcego em cheio e colidindo com ele no teto.

Mary Jane e a inimiga se protegeram por o teto começou a rachar e a desabar. Quando a poeira baixou, Mary Jane se viu no chão, caída com um pedaço do teto sobre a sua perna. Ela viu que a cientista estava bem, mas estava desmaiada.

Ela tentou se levantar, mas viu que era impossível, então ela olhou a porta do próximo laboratório e sorriu.

– Conto com você Dave! – sussurrou ela.

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MensagemAssunto: Re: Pokemon Evolution:O filme   Dom Jan 29, 2012 4:39 pm

– Droga! – disse Dave desconfortável.


Eles haviam conseguido entrar no próximo laboratório, que na verdade, era uma câmara branca e toda espelhada. Provavelmente uma área de testes. Uma porta indicando a saída estava do outro lado, mas ela estava bloqueada por nada mais, nada menos do que dez cientistas.


– E eu que pensava que isso ia ser fácil... – reclamou Rusty.

– Nós os encaramos! Podem ir! – disse Jody com o apoio de Jack.

– Hm? – disseram Dave e Mindy surpreendidos.


Mas antes que pudessem dizer mais coisas, Cubone e Duduo já estavam foram de suas pokebolas. E para surpresa de todos, eles também tinham “Pedras Eternas” presas em seus pescoços.


– Vocês não podem estar falando sério! Vocês não conseguem ganhar de nós, vão ganhar de dez treinadores juntos?

– Ei pirralha! Olha lá como fala da gente, o.k ? Nós andamos treinando! E vejam como nós vamos abrir caminho para vocês! – sorriu Jack.


Nesse momento os cientistas começaram a liberar os seus Pokémons todos evoluídos. Todos se colocaram em guarda.


– NIDORINO, use o ataque de chifre! – gritou um cientista.

– Aí vem eles, Jody! Preparada para formação dupla?

– Claro, seu idiota!


Todos se surpreenderam quando viram Cubone saltar ficando as costas de Duduo. Nidorino se aproximava com seu grande chifre na direção deles.


– Duduo, espere ele se aproximar! – disse Jody preparando algo.

– Cubone, use a “Energia Focalizada! – ordenou Jack.


Dave estranhou o comando de Jody, mas ficou observando admirado quando viu uma energia circular Cubone, aumentando os músculos do Pokémon terrestre. Nidorino já estava a poucos metros quando Jody finalmente se moveu.


– Eu aprendi muito perdendo várias vezes para aquele pirralho! – pensou a bandida. - Acabe com esse perdedor com o “Bico Broca!”


Faltavam poucos metros, para o impacto e Duduo desceu com toda a sua força e atingiu certeiramente as costas do Nidorino. O impacto foi tão forte que o Pokémon caiu deitado no chão, partindo o chão embaixo de si.


– Kadabra, aproveite que eles estão com a guarda baixa! Use a Hipnose! – gritou uma cientista.

– Cubone, use o “Olhar Malvado!” – ordenou Jack. – Depois tire ele do jogo com o “Tacape de Osso!”


Cubone encarou Kadabra que se assustou perdendo a sua concentração. Logo em seguida o Pokémon saltou das costas de Duduo e com toda a sua força extra, atingiu a cabeça de Kadabra certeiramente, fazendo o Pokémon tele cinese cair com seus olhos girando.


– Muito bem! – vibrou Dave.

– Arbok! Mordida!

– Primeape! Mega Soco!

– Beedril! Ataque de Fúria!


Os três Pokémons viram na toda depois da ordem de seus treinadores. Jody deu o sinal para que Dave e os outros passassem.


– Duduo! CORTE DUPLO! – gritou ela vitoriosa. – Agora Dave!


O Pokémon foi envolvido pelo ar e acabou atingindo os três Pokémons antes que lançassem seus ataques. Por causa da pressão do ataque ainda os outros cientistas que se colocavam na frente foram jogados longe, permitindo que os invasores alcançassem a porta de saída.


– Jack! Jody! Muito obrigado!—disse Dave, ainda um pouco atordoado com a demonstração de amizade dos agentes da Equipe Rocket.

– Não agradeça... Não se esqueça que nós queremos o Eevee! – disse Jack seriamente. – Hm?


Dave se surpreendeu quando viu Duduo e Cubone serem atingidos por um lança-chamas poderosíssimo. Jack e Jody também foram pegos de surpresa. Um Charmeleon os encarava provocantemente..


– Pessoal !!! – disse Dave já se preparando para socorrê-los, quando Rusty o segurou pelo braço. – Me larga, seu idiota!

– Seu lerdo, você precisa ir em frente! Deixa que eu salvo, esses perdedores!

– Rusty... – disse Dave surpreendido.


Rusty passou pelo menino, sem lhe dar mais satisfações e já havia libertado Bulbassauro. Charmeleon se virou para encará-lo. Mindy agarrou Dave e o levou ao laboratório seguinte.


– Pode vir! – disse Rusty cheio de si.

– Charmeleon, dê a esse pivete o seu poderoso lança-chamas! – disse seu treinador.

– Bulbassauro! Evasiva e Chicote de Cipó!


Para a surpresa do treinador, o Pokémon bulbo saltou o lança-chamas e usou seu chicote de cipó para fechar a boca de Charmeleon.


– Agora Bulbassauro! Investida! – disse Rusty abrindo um sorriso maldoso.


Bulbassauro desceu e correu na direção do Pokémon lagarto que estava assustado com o resultado da manobra. O Pokémon bulbo o acertou tão violentamente que o lagarto subiu aos ares, foi então que Rusty deu sua ajeitada tradicional no seu cabelo, anunciando gran finale.


–Bulbassauro! Acabe com ele! Use o Ataque Martelo!


Quando Charmeleon foi se defender era tarde de mais. Bulbassauro já o havia imobilizado de novo com seu chicote e lançando com toda a sua força no chão, o Pokémon lagarto quicou na superfície e caiu desacordado.


– Finalmente você se comportou como um dos meus Pokemons... – disse o ruivo, dirigindo-se ao seu Pokémon iniciante.


– CHEGAAAA !!! – gritou um outro cientista, chamando assim a atenção não só de Rusty, mas dos rockets também.


Na frente dele um “Electrode” sorria maléficamente para os invasores. Todos sacaram o que o cara pretendia fazer.


– Acho que já notaram, não é? Se continuarem nos resistindo, eu mandarei tudo isso aqui para os ares!

– Eu duvido! – disse Rusty cruzando os braços.

– Aé? Electrode! Use a “Explosão”


Todos os olhos se arregalam. Eles nem tiveram como mandar seus Pokémon interceptar aquele homem louco. A única alternativa era fechar os olhos.


Passou um tempo e nada aconteceu. Rusty abriu os olhos e viu a cara de frustração daquele homem, foi então que o treinador de Cardo deu uma gargalhada debochada que encheu a câmara. Foi só então que ele notou o quão alta ela era.


– Seu perdedor! Você deixou seu Pokémon evoluir, antes que ele aprendesse um ataque! – disse o menino com nojo.

– Pode até estar certo... Mas ele aprende um que é mais fraco, mas o bastante para acabar com vocês!—disse ele com um sorriso louco.


Rusty engoliu a seco e correu com bulbassauro na direção de Jack e Jody.


– Subam no Duduo e o mandem pular o mais alto que puder! – gritou Rusty apavorado.


Os rockets se entreolharam e subiram nas costas do pássaro. O cientista deu o sinal e o seu electrode começou a brilhar.


– Não vai dar tempo dele alcançar a gente! – disse Jack preocupado.

– Problema é dele! – disse Jody assustada. – Duduo! Salte garoto!


Electrode começou a brilhar e Rusty ficou amedrontado. Mas o garoto ficou mais desesperado quando viu Duduo saltar sobre a sua cabeça.


– Esse menino lindo, não pode morrer! – disse o menino agarrando-se ao seu Pokémon.-- BULBASSAURO CHICOTE DE CIPÓ !!!


Jack e Jody se surpreenderam quando o chicote de cipó agarrou-se ao pé de Duduo. E mais ainda quando notaram que Rusty e seu Pokémon vinham em sua direção, pois o Pokémon bulbo recolhia seu chicote sem largar o Pokémon voador.


Electrode explodiu. Os Pokémon, os outros cientistas e tudo que havia na câmara foram atingidos pela autodestruição de Electrode. Rusty e os rockets olharam aliviados do ar, a cortina de poeira que subia da arena.


O treinador de Cardo sorriu e olhou para o céu, como se pedisse pelos outros que continuaram em frente.


**************************************


Dave, Mindy e Susan estavam na sala seguinte. O trio estava sério e concentrada na Dra que interceptava o caminho para o último laboratório. Ela era a mesma doutora que conversava com o chefe da pesquisa.


– Mamãe? – disse Mindy quando viu a sua mãe passar a sua frente.

– Você é uma das chefes dessa pesquisa, não é? – disse Susan seriamente.


A doutora sorriu. Ela era loira e exibia um grande cabelo brilhoso. Seus olhos eram cinzas como fumaça e exibiam um ar esnobe.


– E você é a Dra Susan! Eu detestei seu último artigo na Trainerdex, revista Pokémon de Cardo. Não sei como as pessoas nunca pensaram em fazer Pokémon evoluírem e aprenderem seus ataques sem treinos! É totalmente inútil! – disse ela abaixando a cabeça.

– Dave e Mindy! Sigam em frente! Ela provavelmente é de mais para vocês dois!

– CHEGA! – gritou Mindy.


O grito de Mindy rompeu a câmara. Susan, a outra e Dave foram pegos de surpresa. Quando viram, a menina estava com seus punhos cerrados e mordendo seus lábios.


– Eu não agüento mais você me dizendo o que eu estou ou não estou pronta para fazer! Eu sou neta do grande professor Noah, sou filha da grande pesquisadora Pokémon, Susan! Acho que eu tenho condições bastante para achar o meu caminho e seguir evoluindo! – disse Mindy encarando as duas — Eu sei que você me ama e quer me proteger, mas...

– Hm? – disse Susan surpresa e quebrando a sua seriedade.

– Mas mãe... Isso me faz mal... Me faz me sentir impotente...Me faz me sentir insegura...E... E eu preciso continuar! Eu preciso ajudar...


Nesse momento Mindy olha para Dave. Susan acompanha o olhar e entender a mensagem, mesmo o menino de Grené mais uma vez tenha ficado sem entender.


– Me desculpe minha filha! – disse Susan se virando para a sua rival. – Você deixa então que sua mãe batalhe ao seu lado?

– Mãe? – disse Mindy num tom de surpresa. – Batalhar?

– Acho que o motivo pelo qual, eu te protejo tanto... É que você exatamente igual a mim! – diz Susan sorrindo, olhando para a sua filha.

– Desculpe-me atrapalhar esse momento de mãe e filha, mas eu preciso acabar com vocês! – disse a Dra. com uma pokebola nas mãos. – Dragonite, VAI!

– Dragonite? – disseram Dave e Mindy apavorados.


A pokebola se abriu a meio caminho no ar e uma luz começou a tomar a forma do lendário e mais belo Pokémon que os garotos já tinham visto. Ao contrário de Dave e Mindy, Dra Susan não esboçou qualquer tipo de admiração ou temor, sua feição era tomada mais pelo nojo e a repulsa.


– Mamãe, por favor, não faça isso! É um Dragonite! Meu avô me contou muitas histórias sobre eles e...

– Você está desistindo de lutar, Mindy? – interrompeu Susan.


Os olhos de Mindy estremeceram. Ela ficou em silêncio e só observou sua mãe tirar uma pokebola de dentro do jaleco. Ela pensava que tipo de Pokémon uma pesquisadora Pokémon renomada como sua mãe poderia ter.


– Agora é a minha vez... – disse a Dra Susan lançando sua pokebola no ar.

– Hm? – disseram todos quando viram um Pokémon enorme se materializar.


Mindy não tinha reação. Dave abriu um sorriso admirado. A rival torceu o seu nariz por que reconheceu que seu adversário seria duro. Um dragão alaranjado, com um par de asas ouriçadas, mandíbula avantajada e uma característica incomum: Um rabo pegando fogo que queimava intensamente.


– Minha mãe... tem um Charizard? – dizia Mindy sem acreditar no que seus olhos viam.

– Você acha que durante todos esses anos eu nunca peguei um Pokémon para cuidar, para treinar? Faz parte da vida de todo pesquisador sair e conhecer o mundo Pokémon. Eu também já fiz as minhas viagens... – disse Susan abrindo um sorriso sem graça.


Mindy foi deixando aquela feição assustada e começou a sorrir de orgulho de sua mãe. Até olhou para ela e se imaginou no futuro, ao lado de um forte e poderoso Charizard.


– Vamos começar, Susan! – disse a rival impaciente. – Dragonite, Trovão!

– DRA SUSAN! CUIDADO! – gritou Dave desesperado.

– Charizard, Sabe o que fazer! Use a “Força”!

Dave e Mindy ficaram boquiabertos com o que viram a seguir. Charizard enfiou uma de suas garras no chão e usando uma força descomunal, ele simplesmente arrancou um grande pedaço do chão e usou como escudo contra o ataque disparado pelo Pokémon dragão.


– Impossível... – disse a rival assustada.

– Nós ainda estamos nos aquecendo! – disse Susan ironicamente.


Nesse momento Dave viu o olhar de Susan e viu a mesma expressão que Mindy costumava fazer.


– Charizard! Lançamento de Rocha!


Charizard lançou aquele enorme pedaço de rocha em Dragonite. O Pokémon dragão agarrou o grande bloco de terra, mas foi pressionado contra a parede, fazendo-a rachar do chão, até o teto.


– Que poder...—disse Mindy.

– Sua mãe é de mais! – disse Dave.

– DAVE! MINDY! – gritou Susan. – Saiam logo daqui! Destruam a fonte desse mal! E voltem inteiros, por favor!


Quando Mindy foi retrucar, sua mãe virou as costas e continuou com o foco na batalha. Dave pegou no cotovelo da amiga e ela começou a correr com ele, o que deixou a rival enfurecida.


– Vocês não vão me enrolar desse jeito! Dragonite! Use a “Fúria do Dragão” – disse ela furiosa.


O dragão abriu a boca e uma energia alaranjada começou a forma-se dentro dela. De repente o Pokémon atirou uma esfera no formato de um átomo e este destruiu o bloco de terra que o prendia e ainda atingiu Charizard. Mindy observou o Pokémon lagarto agarrar o ataque com as próprias mãos e começar a ser arrastado lentamente, mas ele voltou a sua atenção para frente e passou para o último laboratório.


– Eu quero ver o seu Pokémon sair dessa agora, Susan! – disse a rival.

– Você é uma idiota! – disse Susan fechando os olhos. – Você pode até evoluir um Pokémon! Pode ensinar os ataques que ele não iria aprender, mas você esqueceu um pequeno detalhe...

– Ah é? Qual? – disse ela ironicamente.

– De treiná-los e torná-los mais fortes! – disse Susan estendo o braço para Charizard. – EXPLOSÃO DE FOGO !!!


Charizard rugiu firmemente. A chama da sua cauda ouriçou-se e da sua boca saiu um poderoso ataque flamejante no formato da letra “T”. O ataque rasgou a fúria do dragão e partiu para cima do Pokémon dragão.


Dragonite por sua vez agarrou o ataque com coragem. Ele começou a ser arrastado pelo ataque, mas não queria deixar o ataque passar. Foi quando ele abraçou o “T” flamejante para a surpresa de Susan e sua rival. Uma coluna de fogo o envolveu e quando ela se desfez o Pokémon estava com várias queimaduras graves pelo corpo. Ele sorriu para o Charizard, mas caiu inconsciente.


– Dragonite! Não...— lamentou a cientista.


*********************


Dave e Mindy correram por um corredor e avistavam a porta que levaria ao último laboratório. Quando eles escancararam a porta, deram de cara com um laboratório muito bem equipado. Havia computadores e telões por todos os lados. Um homem estava de costas mexendo no computador central.


– É você que está no controle desse projeto do mal, não é? – indagou Mindy.

– É engraçado como duas crianças conseguem chegar tão longe! Vocês devem ser muito interessantes! Não gostariam de se juntar a nossa organização? – disse ele ainda de costas.

– Você deve estar louco! – disse Dave seriamente. – Nós jamais concordaríamos com o que está fazendo! E se estamos aqui, é por que amigos se sacrificaram confiando que nós acabaríamos com esse plano maléfico!

– He he he – riu ele virando-se para encarar os dois. – Mas por que meu filho? O “Projeto Porygon” é um sucesso!

– Projeto Porygon? – perguntaram os dois.

– Sim! Porygon é um Pokémon virtual e ele foi criado pela nossa organização! Nós descobrimos que ele pode liberar uma freqüência radioativa que pode acelerar o processo de evolução dos Pokémons! Tem noção o quanto isso vai facilitar a vida dos treinadores?

– Por isso que estão usando a torre de rádio! – concluiu Mindy. – As antenas que estão emitindo essas ondas radioativas!

– Exato! Pena que o nosso primeiro teste não foi um total sucesso... Mas nós continuaremos a pesquisar e testar esse experimento...

– Não se depender da gente! – disse Dave. – Eevee!

– Você também, Charmander!


O Pokémon raposa atendeu a voz do seu treinador e se pos em posição de luta. E logo o Pokémon lagarto se colou na frente ao libertar de sua treinadora.


– Não acredito que duas crianças tentarão me impedir... – disse o Dr. decepcionado. – Mas já que querem assim! Porygon, eu escolho você! – disse ele digitando algo no computador central.

– Mas o Porygon não era um Pokémon virtual? – disse Dave.


Não houve resposta. O doutor simplesmente se virou sorridente. Uma máquina ao lado dele que se parecia com aquele transportador de pokebolas do centro Pokémon começou a liberar vários raios luminosos. Dave e Mindy ficaram observando atônitos ao que ia acontecer. Até que um Pokémon que lembrava um pássaro, só que suas cores eram rosa e azul apareceu.


– Ele trouxe o Pokémon para fora do computador? – disse Dave assustado.

– Hm? – disse Mindy apontando a pokedex para ele e notando que não havia nenhuma informação.

– Bem, prontos ou não... Aí vou eu... – disse o doutor com um sorriso maléfico.

– Charmander! Lança-chamas! – gritou Mindy desesperada.

– Porygon! Conversão 2 !

– Hm? – dizem os dois.


Porygon é atingido em cheio pelo ataque de Mindy, mas parece não ter sofrido dano algum.


– Mas como assim? – disse a garota sem entender.

– Nossa vez, Porygon! Tri Ataque!


Porygon começou a brilhar e três triângulos saíram num tiro de energia. Mindy não conseguiu dar um comando rápido ao Charmander e ele foi atingido em cheio. Primeiro suas pernas congelaram, depois ele foi tomado por uma descarga elétrica e em seguida ele foi tomado por uma coluna de fogo.


– CHARMANDER !!! – gritou a menina preocupada.

– Eevee, ajude o Charmander! Cauda de Ferro!

– Porygon, Conversão 2 novamente !


E mais uma vez o Pokémon foi atingido em cheio, mas nem se moveu ou demonstrou qualquer dano.


– Por que ele não se fere? – perguntou Dave irritado.

– Háháhá! – riu o Dr. – A conversão 2 faz com que o Pokémon se torne o tipo de Pokémon que teria poucos danos com esse tipo de ataque ! O porygon foi feito para ser um Pokémon perfeito! Vocês não têm chance alguma! – disse ele sorridente. – Acho que já vou matar vocês! Porygon comece com essa menina! Use o “Raio Psíquico!”

– Hm? – disse Mindy fechando os olhos.


A morena estranhou que nada aconteceu. Quando ela abriu os olhos, estes se arregalaram com que viam.


Dave havia se jogado na frente das ondas psíquicas que de Porygon. O treinador de Grené estava paralisado no ar com o corpo todo contorcido.


– DAVE! – gritou a morena apavorada.

– Nossa que interessante...—disse o doutor. – Você deve gostar muito dela, rapaz!

– Dave...—dizia Mindy chorando muito. – Por quê?! Por que você me salvou?

– Porque... Porque...Nós estamos juntos nessa...—disse o garoto se forçando para poder olhar a morena.


Mindy foi pega de surpresa. Ela se lembrou do primeiro dia que conheceu Mindy. De como ele capturou um Charmander para não perder o dela, enfim, de tudo que eles viveram até aquele momento.


– Dave... A única vez que eu fiz algo por você foi no dia que nos conhecemos... A partir desse dia, você mesmo sendo inexperiente sempre estava me protegendo ou me salvando... Eu não posso deixar você me salvar mais uma vez... Não quando isso pode custar a sua vida! Eu prometo que eu vou cuidar de você dessa vez! – pensou ela se pondo de pé e secando as suas lágrimas.


O doutor estranhou o olhar de Mindy. Ela tinha um fogo diferente nos olhos.


– CHARMANDER LIVRE-SE DISSO AGORA !!! – gritou Mindy cheia de raiva.


Charmander usou a própria cauda para se livrar do gelo.


– Agora! Use o “Rasgar”! – ordenou a garota, furiosa.


Charmander saltou e desceu atingindo Porygon em cheio. Dessa vez o Pokémon recuou com uma expressão de dor. Dave foi liberto do ataque e caiu no chão, Mindy engatinhou até ele e o colocou em seus braços.


– Dave, você está bem?

– Essa é a morena durona que eu gosto... – disse ele enfraquecido.

– Rápido Porygon! Conversão 2 !

– Charmander! Chama Furacão! – gritou Mindy de rabo de olho.


Charmander abriu sua boca o máximo que pode, e o doutor ficou surpreso quando seu Pokémon foi envolto por uma coluna de fogo.


– Mindy é de mais! Ela está alternando entre os ataques tipos normais e tipo fogo, para atingir Porygon! – pensou Dave orgulhoso.

– Essa não... – disse o Dr quando viu seu Pokémon bastante debilitado. – Eu preciso acabar com isso agora... Não serei derrotado por uma menininha! Porygon use o Tri Ataque!

– Deixe eu te ajudar! – disse Dave sentando.

– Mas...— insistiu ela.

– Vamos Mindy...Nós começamos isso juntos e é assim que vamos terminar!..—disse ele sorrindo. – Eevee! Ataque de Colisão!

– Charmander, Lança Chamas!


Eevee correu e saltou sendo envolto pela pressão do ar. Logo em seguida, ele foi envolto pelas chamas do Pokémon lagarto, tornando-se um grande cometa flamejante.


Eles colidiram contra os três triângulos e uma pressão ficou sendo exercida dos dois lados. Tanto o Dr quanto a dupla de Cardo trincaram seus dentes apreensivos, até que Eevee começou a liberar um tipo de energia roxa e começou a forçar mais o seu ataque.


Os triângulos partiram-se instantaneamente. Porygon foi atingido em cheio e o doutor assustou-se ao ver que o ataque ainda tinha atingido o computador central. Uma grande explosão ocorreu. Mindy e Dave olharam preocupados com o local, pois notaram que ele estava começando a desabar.


– Meu projeto! Minha vida! Está destruído... – lamentava-se o doutor jogando-se no chão desesperado.

– Dave nós precisamos sair daqui! – disse Mindy levantando o menino, envolvendo o braço dele ao redor do seu pescoço.

– Mas como vamos sair daqui? – disse ele preocupado.

– Hm? – disseram eles.


A porta pela qual eles entraram explodiu em chamas. Mas mesmo com o susto, eles abriram um sorriso de alívio quando viram que se tratava de Susan e seu Charizard. A Dra fez um sinal para eles subirem nas costas do dragão alado e Mindy fez questão de obedecer sem questionar.


Charizard correu para alçar vôo. Ele protegeu os três com suas asas por conta das pedras que caíram. Ele ainda agarrou o doutor com uma de suas patas e alçou um vôo, rompendo o prédio e se livrando dele.


Dave e Mindy se alegraram ao ver o céu estrelado de Canitá, mas ficaram ainda mais felizes quando aterrissaram e puderam ver que todos estavam bem. Mindy fez questão de abraçar Mary Jane e Rusty, por mais que esse último mantivesse a expressão superior de sempre. Dave cumprimentou Jack e Jody, e juntos, assistiram orgulhosamente a polícia Pokémon invadindo o que restava da estação de rádio e prendendo todos aqueles meliantes.


*************************


No dia seguinte. Dra Susan, Rusty e Mary Jane acompanhavam Dave e Mindy aos limites da cidade.


– É sério que vocês não vêm com a gente? – disse Mindy.

– Infelizmente não...— disse MJ. – Nós precisamos dar algumas satisfações ao povo da cidade! Agora começa o projeto de reabilitação Pokémon, ensinar a esses treinadores como lidar com seus Pokémons, que não aprenderam certos tipos de “ataques”.

– Eu não vou com vocês porque eu tenho uma reputação a zelar! – disse Rusty jogando seus cabelos como sempre.


Nesse momento Dra Susan se aproximou do casal o que fez com que eles prestassem bastante atenção nas palavras que viriam a seguir.


– Vocês forma incríveis... Sem vocês, essa missão jamais poderia ter sido cumprida. Dave obrigado! Mindy eu nunca senti tanto orgulho de você!

– Obrigada Mãe... – disse a garota sorridente.

– E Dave, cuide da minha garotinha, o.k ?

– MÃE! – gritou ela corada em reprovação.

– Pode deixar... Eu farei isso...

– O que?! – disse Mindy olhando o sorriso de Dave – Sou sempre eu quem vai acabar cuidando de você! Você sabe disso!


Dave e Eevee não puderam se conter em dar risadas. Mais alguns poucos minutos de conversa e os treinadores se despediram. Dave e Mindy passaram alguns minutos em silêncio sem se encararem.


– Obrigado... – disse Dave.

– Não foi nada... Acho que te devia essa...—disse Mindy sem encarar ele. – Hm?


Dave pegou nas mãos de Mindy e essa o encarou sem entender. Os dois ficaram se olhando, sentindo seus corações batendo mais forte. A morena sorriu e liberou a mão que ele segurava, ajeitando seus cabelos com ela para disfarçar. o treinador de Grené sorriu para ela como sempre e enfim, eles se abraçaram.

– Então cabeção, está pronto para ganhar sua primeira insígnea? – provocou ela.

– Claro! — disse ele olhando o céu azul e ensolarado. – Vamos direto para Auburn!


Que o grande show comece! – disse Dave correndo na frente com Mindy correndo logo atrás, sorrindo, em direção ao verdadeiro inicio de sua jornada.

Notas finais do capítulo(dos autores)
E então galera, curtiram o final? Olha eu so tenho a agradescer ao diego por se dar ao trabalho de criar algo tão maravilhoso em minha homenagem e também por deixar eu compatilhar isso com vocês.
Espero que todos tenham curtido tanto quanto eu, e que reconheçam o trabalho desse meu grande amigo.
Valeu de verdade
P.S.: Eu vou estar viagando a partir de segunda o que pode significar uma demora na resposta dos reviews por minha parte ok?

escrita por [/size=24]Hairo Rodrigo, TheGospelStar[/size]

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MensagemAssunto: Re: Pokemon Evolution:O filme   Seg Jan 30, 2012 7:42 am

nossa suas fic são incrvelmente maravilhosas
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MensagemAssunto: Re: Pokemon Evolution:O filme   Seg Jan 30, 2012 11:23 am

Muito Bom, N você gosta de ecrever ein, fiquei 1 horas lendo isso !!
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MensagemAssunto: Re: Pokemon Evolution:O filme   

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